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CEPResponde


A Dra. Jeane Martins, Alergista-Pediatra do CEP, fala sobre as doenças respiratórias que chegam junto com as estações de outono/ inverno.



Com  a chegada do outono-inverno aumenta a frequência de doenças  respiratórias como gripes e resfriados, que são causadas por vírus,  resultando em inflamação das vias respiratórias e se expressam com  sintomas de coriza, espirros, tosse, febre, mal estar, dor corpo e perda  de apetite.

O  contágio dos vírus ocorre através do contato com gotículas de saliva  lançadas no ar por meio de tosse e espirros ou através das mãos  contaminadas. Logo lugares com aglomerados e pouca ventilação  proporcionam maior proliferação dos vírus.

Pensando nisso algumas dicas podem diminuir o contágio como:
- Evitar lugares com grandes aglomerados por tempo prolongado;
- Garantir boa ventilação deixando as janelas abertas a maior parte do tempo possível;
- Lavar bem as mãos com água e sabão ou uso de álcool 70%;
- Não compartilhar utensílios como copos, talheres e garrafinhas;
-Cubra a boca ao espirrar ou tossir, se estiver amamentando e está com  sintomas gripais use uma máscara durante a amamentação, pois nesse  momento a respiração fica muito próxima do bebê aumentando o risco de  contágio;
-  Ingerir muita água e manter uma alimentação saudável a base de frutas e  verduras, isso irá promover um bom estado nutricional e aumenta a  resistência se houver contato com os vírus;
-  Vacinar contra o vírus influenzae todos os anos. É importante lembrar  que a vacinação não previne todos os tipos de vírus, atualmente ele  previne os vírus que causam doença respiratória grave. A vacina é  liberada a partir dos 6 meses de idade, estando disponível na rede pública  a vacina que previne contra três tipos de vírus e é administrada para  pacientes dos grupos de risco (crianças de 6 meses a 5 anos, idosos,  pessoas com doenças crônicas, gestantes, professores e profissionais da  saúde) e disponível na rede privada a vacina que previne contra três ou  quatro tipos de vírus. O ideal é que a vacina seja aplicada em toda  população.

As  crianças são mais vulneráveis devido a imaturidade do sistema  imunológico e maior exposição em creches e escolas.

A baixa idade também  predispõe a sintomas mais intensos. Logo em caso de sintomas  respiratórios o primeiro passo é lavar narinas com soro fisiológico para  evitar acúmulo de secreção.

E o mais importante é vigiar sinais de  alerta e procurar atendimento pediátrico se houver febre com duração  maior que 3 dias, presença de tosse seguida de falta de ar ou vômito, tosse que impeça a criança de dormir ou criança ofegante mesmo sem tosse.

Nessa  época também aumenta a incidência de doenças alérgicas como rinite  alérgica, conjuntivite alérgica e asma devido a mudanças bruscas de  clima e infecções virais.

Em caso de dúvidas o mais importante é procurar seu pediatra de confiança para seguimento dos pequenos.

 

Este texto tem caráter educativo para esclarecimento e orientação dos pais.
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